Bookcrossing. É a prática de perder propositalmente um livro em local público, afim de que alguém o leia. Quem encontrar o livro será seu possuidor, tendo o direito de carregá-lo como se fosse dono e os deveres de lê-lo e perdê-lo após a leitura.
Uma idéia bonita, que parece se desenvolver nos Estados Unidos e na Europa. A idéia é abrir a cabeça das pessoas, transformar o mundo numa biblioteca.
No Brasil, essa idéia já está se movimentando também. Uma certa editora "perdeu" 150 cópias de um lançamento recente. E, agora, criou uma página de rastreio do seu livro (ainda não entendi como o rastreio funciona): http://www.livr.us/
'Perca um Livro' é uma iniciativa que pretende trazer para o Brasil uma prática internacional de incentivo à leitura. A idéia é "perder" um livro em lugar público para ser achado e lido por outras pessoas que, então, farão o mesmo. O objetivo é fazer do mundo inteiro uma livraria.
A prática consiste em três passos simples:
1. Leia um bom livro;
2. Cadastre o livro e escreva seus comentários para pegar seu código único e a etiqueta correspondente ao livro;
3."Perca" o livro em um lugar público.
De posse do código o leitor poderá rastrear pelo tempo que quiser os caminhos percorridos pelo livro.
A partida inicial do projeto será dada pela editora Zeiz que irá "perder" 150 exemplares do livro "A Unidade dos Seis - O Herdeiro Especial". Os livros "perdidos" estarão com orientações que levem o próximo leitor a repetir o mesmo procedimento: ler, cadastrar e "perder".
A idéia é que estes livros sejam a ponta de uma corrente que incentive outras pessoas a fazerem o mesmo com outros livros, disseminando entre pessoas o saudável hábito da leitura.
A foto aí em cima é da Carol.
Um louco de poucos amigos
Um tanto quanto perdido
Ando talvez sem rumo
Poeta, profeta, mendigo
Um tanto quanto abatido
Ainda não me acostumo...
Melhor que escrever bonito é falar bem.
E saber dizer o que quer, claro.
Muita gente se perde nas palavras - acaba dizendo o que não quer. E, se eu sei o que ela quis dizer, tenho que, necessariamente, dizer que sei? Claro que não. Quando as palavras se perdem, não é você que vai ajustá-las. Caso o faça, correrá o risco de ser acusado de tirar as palavras da boca de alguém.
Muita gente se perde nas generalizações - acaba afirmando mais mentiras que verdades. E o erro é de quem fala. Enquanto o indivíduo pode se aproveitar disso para bagunçar o argumento todo, você pode apenas dizer "falácia!". E pronto.
Muita gente não sabe o que responder, e vai para o baixo calão. Nem baixo calão, na verdade: vai pra ausência de resposta. Querer vencer no grito - ou mandar calar a boca. Que estupidez. Sinceramente, é nesse ponto que me perco, que não sei o que fazer. É hora de esfriar a cabeça e usar argumentos contra quem fala, e não sobre o que é dito. É hora de apontar cada defeito. Pena que nunca faço isso...
Não dá pra contar palavras na hora. Aqui, paro e escrevo: por isso sei exatamente o que devo fazer. Na hora, só resta manter a calma e falar. Falar sem parar, metralhar o indivíduo. Apontar todos os erros. Fazê-lo se sentir a pior pessoa que pode haver. Afinal, ela está errada.