Ainda estou tentando colocar o RSS.
No momento, minha verdadeira missão é fazer meu blog se posicionar bem no google.
Muito tempo sem postar, estou lá embaixo. =~~
Mas é a vida. Já já o google reconhece meu trabalho com o html/css. :D
Novos membros na família: chegaram lá em casa 2 Preás e 1 Coelho. Mesmo sendo uma fêmea, chamei o preá de Ozzy. ;D
Tentarei trazer fotos o mais cedo possível.

Ando pensando. Ando realmente pensando, mas não pensando no lugar em que vou chegar. Penso em inúmeras coisas - e em várias coisas ao mesmo tempo.
Já pensei: será que os outros pensam como eu? (desculpem a confusão do jogo de palavras)
Enquanto ndava, pensei se as outras pessoas também pensam enquanto andam, ou se simplesmente andam.
Pensei também se os cachorros - ou qualquer outro animal livre a caminhar - pensam enquanto vagam pelo mundo. Será que os animais pensam como os homens? Será que os homens pensam como animais?
Tenho pena dos seres que conseguem não pensar em nada. Tenho pena dos seres que não conseguem pensar enquanto andam.
Finalmente, finalmente. 45 dias sem aparecer aqui. O que me traz novamente a esse lugar patético? E ainda mais: com um layout novo!? Digamos que se chama Fanzine ("digamos" o caralho: realmente se chama Fanzine).
Participei de uma oficina. Amanhã (hoje, sábado) é o último dia, quando receberemos o trabalho conjunto de todos os que estavam na minha turma. Sim, coloquei propaganda do meu blog lá. E sim, é por isso mesmo que estou postando e trocando de layout. Causar uma boa impressão, né?
O layout anterior era mais 'morderninho', mais estiloso, mais fora do padrão. Mas prefiro esse aqui: mais leve, de melhor leitura. Eu quero é que me leiam, não?

Poesia moderna e verborréia adolescente
Metáforas e expressões que não falam água
E acabam por afogar a poesia.
Cai aos pedaços, desmerecendo
tudo o que aprendeu com a multidão,
jogando fora o que o guiava
no meio daquela escuridão
Às vezes sobe à ponta da meninge,
ou à mão, para ser arremessado...
Seguindo então as patas da esfinge
no presente, no futuro e no passado.
E mesmo estando assim arrasado
o poeta - e seu pensamento
- ainda tem pés no chão:
Luta para vencer doloroso fardo,
tendo os outros apenas como tormento
(e como única aliada a razão).
Reeditei o post afim de adicionar uma poesia:
Não existem pessoas boas.
Não há ser algum que o bem faça!
Só seres com blacktie para desgraça
reclamando e reclamando de outras pessoas.
Eu, tu, ele, ou qualquer humano...
Fingimos não ouvir o que o mundo diz,
ficamos só cuidando do próprio nariz...
dia a dia, mês por mês, ano após ano.
Revoltas tão banais são estas redatadas.
Porém estão escritas, logo estão caladas:
o som destas besteiras ninguém vai ouvir.
Mas existem os que gritam junto ao seu ouvido
dizendo que o mundo agora está perdido...
"desculpe, meu senhor, eu terei que partir".
Obs.: tentando rssficar o blog.