Caramba, mais de 1 mês sem postar...
É... mais de um mês sem postar. Até abril
"Antes de ler o livro que o guru lhe deu, Você tem que escrever o seu"
Estou apenas só, cá estou sozinho
Medo desse moinho, que fuzila meu ser
Estou a cantar canções serenas, pequenas demais para mim
Estou sozinho morto, vivendo a vida, esculpida num pedaço da tevê
Horrendo som dos passos na cozinha, é a morte que aparece sem dizer
Sem dizer... que não é minha vez
Que ainda devo esperar para morrer
Sem dizer... que não é neste mês
Nem no outro, nem no outro, nem no outro...
Estou apenas só, cá estou sozinho
Cacofonando com o metal da minha voz
Estou soletrando o meu caminnho, curto demais para errar no 't'
Estou sozinho vivo, morrendo de prazer, patético cadáver sem porquê
Beleza caminhando sem deixar-se notar, passos como nuvens para ser
Ser a morte... já chegou a minha vez
Não devo estar contente por morrer
Sem dizer... adeus todos vocês
Até a outra, a outra, a outra...
Num jogo de moedas
Destrói o próprio espaço
Não sei mais o que faço
Para a sorte te salvar
Os olhos que tu vedas
São frios como o aço
Estilhaço...
Que veio te cegar!
Corrupto, demente
Tu és um bom rapaz
O que fazes já não é suficiente
Mesmo frágil, tu serás
Como a ponta do diamante
Cortante, a vitória alcançarás
Num jogo, tuas quedas
Só mostram a fraqueza
E a beleza...
De quem nunca vencerá
Porém a tua luta
Tem a glória de andar
De mesmo cego caminhar
Até o mundo perceber
Que o corrupto, demente
Ainda é um bom rapaz
Mas o que faz já não é suficiente
Mesmo frágil, ele será
Como a ponta do diamante
Cortante, a vitória alcançará